Meu perfil
BRASIL, Nordeste, FORTALEZA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Música, Gastronomia
MSN -

Histórico
26/09/2004 a 02/10/2004
05/09/2004 a 11/09/2004
25/07/2004 a 31/07/2004
27/06/2004 a 03/07/2004
20/06/2004 a 26/06/2004
23/05/2004 a 29/05/2004
09/05/2004 a 15/05/2004
02/05/2004 a 08/05/2004
25/04/2004 a 01/05/2004
18/04/2004 a 24/04/2004
11/04/2004 a 17/04/2004
04/04/2004 a 10/04/2004
28/03/2004 a 03/04/2004
21/03/2004 a 27/03/2004
14/03/2004 a 20/03/2004
07/03/2004 a 13/03/2004
29/02/2004 a 06/03/2004
22/02/2004 a 28/02/2004
15/02/2004 a 21/02/2004
08/02/2004 a 14/02/2004
01/02/2004 a 07/02/2004

Votação
Dê uma nota para meu blog







Por acaso vem da mãos essa inutilidade que se faz sentido, velhos artelhos, ociosos, alheios por não mais se buscarem...Ou vem de dois olhos, entre meias verdades, caminhos de fantasias, dois meninos, misteriosos atalhos...Que medo é esse que nos rodeia, a nos ferir ao olharmos para trás...Sangrias, vendavais que um dia encheu de pavor, agora nos rouba a pele, nos tornando nus...De sensível vergonha e repúdio pelas coisas estranhas que somos...Não é preciso espelho para o brilho das velas, que a madrugada silenciosa apagou...Que anjos e fantamas nos retém? Não é de vidro nem de porcelana os nossos desejos, gostos, sabores e realeza...De onde vem essa vontade de fugir? Não há entrega e andar nos faz estáticos como pedras no meio do caminho...Por que essa fragilidade ao falar? Palavras, palavras, palavras...E o silêncio no ar...O que fazer? Abrir a porta, estufar o peito, estreitar os braços...e deixar uma lágrima escorrer...

 Escrito por Felipe às 19h10
[] [envie esta mensagem]



Alergia ao Amor: NUNCA! Graças a velhas elegias é que esse silêncio escaldado desce-me ao peito, crispa-me as mãos, remove-me as vísceras e mexo-me como um bicho...Bicho de comum acordo, livre do cerco, livre por ser livre e mais nada, livre de ser igual ao bicho homem...Ah! elegias...Cataclimas da idade amigos me diriam...E eu? Apenas passo sem acenos, nem recados, sem agasalho, sem tempero para a poesia e para essa vida sem alforria, para esses gestos indigestos. Precisamos urgentemente de uma elegia que comova a todos, crianças, homens e mulheres...Agora a vida desce, e todos somos menos que nada...Nenhuma palavra, nenhum grito, silêncio inerte, geme vagamente atrás da porta...



 Escrito por Felipe às 11h58
[] [envie esta mensagem]